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domingo, 15 de fevereiro de 2015

II MÓDULO FORMAÇÃO DOUTRINAL - 13 A 17 DE FEVEREIRO 2015 / CENTRO TERESIANO DE ESPIRITUALIDADE


FOTO  OFICIAL




ABERTURA 
ORAÇÃO DA ESCOLA



ABERTURA FEITA POR MISES ROCHA 
COORDENADOR DA ESCOLA

MISSA DE ABERTURA 
CELEBRADA POR FREI ANTONIO PERIN 



I DIA- 
AULA MAGNA
COM
PROFESSOR LAUDELINO AUGUSTO , VICE PRESIDENTE DA CNLB - 
CONSELHO NACIONAL DO LEIGO NO BRASIL




II DIA-
 A  EVANGELIZAÇÃO NO MUNDO CONTEMPORÂNEO

HISTORIA DA EVANGELIZAÇÃO
CONCILIO VATICANO II
A EVANGELIZAÇÃO
IMPLANTAÇÃO DO CONCILIO VATICANO II
POR GUSTAVO CASTRO -OCDS
Mestrado em Antropologia pela UFPE (1978-1979).
Mestrado em Teologia pela Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP 1970-1971).
Curso de Filosofia (1957-1959; revalidado com Licenciatura UNICAP 1972-1973: Decr. Lei nº 1051 de 21/10/1969) e Teologia (1960-1963) pela Faculdade Franciscana da Província de Santo Antônio do Norte do Brasil.
Curso de Especialização em Gerência de Organizações pela “Georgia State College”, de Atlanta (USA 1967-1968).

Em 1998, a pedido do Arcebispo, criou a Equipe de Coordenação Pastoral, onde atuou, a convite, como seu coordenador até dezembro de 2005. Participa ainda atualmente da nova Equipe de Coordenação Arquidiocesana de Pastoral.
Fundador e diretor da Escola de Formação de Evangelizadores da Arquidiocese (curso de 200 horas-aulas), desde a sua criação em 1999 até 2009.
Fundador em 2007 e primeiro formador da Comunidade “Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face, da Ordem dos Carmelitas Descalços Seculares, em Camaragibe, Pernambuco.
Após a posse do atual Arcebispo em 2009 e da grande Assembléia de Pastoral de fevereiro de 2010 foi designado Presidente da Comissão Arquidiocesana de Pastoral para o Laicato da Arquidiocese de Olinda e Recife, período 2010-2013.

Conselheiro da Província São José da Ordem dos Carmelitas Descalços Seculares para o período 2013-2016.

SUA AULA:
  • A Igreja de Cristo sempre foi missionária, sob as mais diversas formas, com pessoas das mais diversas condições sociais. Com homens e mulheres de toda a sorte a Igreja tem anunciado a Palavra de Deus a todas as gentes, conforme a missão que o Senhor lhe confiando.

Vamos apontar, sem dúvida de modo bastante sumário e muito incompleto, alguns momentos históricos da vida missionária da Igreja até nossos dias.

  • Na aventura cristã milenar da Igreja, as grandes assembleias conciliares se constituem como uma espinha dorsal. O conhecimento de seu desenvolvimento deixa transparecer um elemento crucial da intervenção do Espírito Santo na história da Igreja.

O impacto do Concílio Vaticano II sobre a vida da Igreja Católica faz desejar pesquisas que nos permitam descobrir de modo mais preciso sua gênese e desenvolvimento – com todas as suas peripécias, e o jogo complexo das diversas influências humanas, através dos quais o Espírito Santo traça o seu caminho.

GUSTAVO CASTRO


Mons. Vitaliano Mattioli*
Trata-se de uma oportunidade histórica para lembrar os últimos 20 Concílios Ecumênicos.
Na verdade o primeiro Concílio foi aquele de Jerusalém, citado por S. Lucas nos Atos dos Apóstolos (cap. 15), em torno do ano 50. Chama-se Apostólico porque convocado pelos Apóstolos para resolver algumas questões sobre os judeus convertidos ao cristianismo e a sujeição à lei de Moisés.
Em seguida foram celebrados alguns concílios locais.
Depois da paz de Constantino e do Edito de Milão (na verdade, foi proclamado em Tessalônica), no ano 313, o exercício da nova religião cristã foi reconhecido no Império e a Igreja ganhou a sua liberdade no sentido de que saiu da clandestinidade: de religião não lícita passou a ser reconhecida como religião lícita.
Define-se um Concílio Ecumênico quando não é celebrado por uma Igreja particular, como por exemplo aquele de Elvira (Espanha) no 304, e quando tem a característica de universalidade, quando se convoca todo o Ecúmeno, ou seja os Bispos das várias dioceses. Leva o nome da cidade onde foi celebrado.
I) – Primeiro Concílio de Nicéia (Turquia -19 de Junho a 25 de Julho de 325)
Foi convocado pelo "Imperador Constantino para examinar a doutrina de Ário que negava a divindade de Cristo. Este Concílio condenou a doutrina de Ário e definiu o dogma da divindade de Cristo.
Formação do Símbolo Niceno (fórmula breve do Credo).
II) – Primeiro Concílio de Constantinopla (Turquia - de maio a Julho de 381). Definiu o dogma da divindade do Espírito Santo. O Espírito Santo é Deus, como o Pai e o Filho. Formação do Símbolo Niceno-Costantinpolitano (fórmula longa do Credo).
III) – Concílio de Éfeso (Turquia - 22 de Junho a 31 de Julho de 431). Contra Nestório, proclamou o dogma de Maria Mãe de Deus, a Teothokos.
IV) – Concílio de Calcedônia (8 de outubro a 1 de novembro de 451). Condenação do monofisismo. Declaração de que em Cristo há duas naturezas (divina e humana), na única pessoa divina.
V) – Segundo Concílio de Constantinopla (Turquia -5 de maio a 2 de Junho de 553). Confirmação das anteriores heresias cristológicas e trinitárias.
VI) – Terceiro Concílio de Constantinopla (Turquia -7 de Novembro de 680 a 16 de Setembro de 681). Condenação do monotelismo. Em Cristo há duas vontades (humana e divina), assim como há duas naturezas, embora sendo uma a pessoa, aquela do Verbo.
VII) – Segundo Concílio de Nicéia (24 de Setembro a 23 de outubro de 787). Sobre a licitude do culto de veneração (e não de adoração) das imagens sagradas, colocando um ponto final na luta iconoclasta.
Este segundo Concílio de Nicéia é o último Concílio reconhecido pela Igreja Ortodoxa. O Oriente, com o Concílio de Santa Sofia (879-880) decidiu não reconhecer mais os Concílios celebrados mais tarde pela Igreja de Roma. Esta decisão foi um precedente que levou ao cisma definitivo do 16 de Julho de 1054.
VIII) – Quarto Concílio de Constantinopla (Turquia - 5 de Outubro de 869 a 28 de fevereiro de 870). Tentativa de resolver o cisma do Patriarca Fócio.
Confirma-se a licitude do culto às imagens sagradas e o primado do Romano Pontífice.
IX) – Primeiro Concílio de Latrão (Roma - 18 a 27 de marco de 1123). Contra o sistema da investidura leiga. Defende-se o direito da Igreja na eleição e consagração dos Bispos. Também condena-se a simonia.
X) – Segundo Concílio de Latrão (Roma - 4 de abril de 1139). Formularam-se alguns cânones sobre a disciplina do clero.
XI) – Terceiro Concílio de Latrão (Roma, do 5 a 19 de março de 1179). Condenação da heresia cátara; promulgação das leis contra a simonia; estabelecem-se normas e critérios para a eleição papal.
XII) – Quarto Concílio de Latrão (Roma - 11 a 30 de Novembro de 1215). Condenação dos erros trinitários de Joaquim de Fiore. Obrigação mínima da confissão e comunhão pascal. Definição da criação como ato livre de Deus.
XIII) –Primeiro Concílio de Lião (França - 28 de junho a 17 de julho de 1245). Ele reafirma a legitimidade do novo casamento após a morte de um cônjuge. Esclarecimento sobre o purgatório, inferno, céu.
XIV) - Segundo Concílio de Lião (França -7 de maio a 17 de Julho de 1274). Elaborou-se um regulamento para o conclave. Confirma-se a doutrina sobre o Espírito Santo, sobre a sorte das almas depois da morte e sobre o primado do Romano Pontífice.
XV) – Concílio de Viena (França – 16 de outubro de 1311 a 6 de maio de 1312). Supressão da Ordem dos Templários. Sustenta-se que a alma é forma substancial do corpo.
XVI) – Concílio de Constança (Suíça - 5 de Novembro de 1414 a 22 de abril de 1418). Solução do grande cisma do Ocidente. Condenação dos erros de Wicleff e de Huss. Esclarece-se a relação entre o Papa e o Concílio.
XVII) – Concílio de Basiléia, Ferrara, Florença, Roma (Suíça - Itália, 23 de Julho de 1431 a 7 de maio de 1437). Declarações sobre o Espírito Santo, sobre a Eucaristia e sobre os Novíssimos.
XVIII) – V Concílio de Latrão (Roma - 3 de maio de 1512 a 16 de marco de 1517). Declarações sobre a imortalidade da alma e decretos sobre a reforma da Igreja.
XIX) – Concílio de Trento (Itália - Roma – 13 de dezembro de 1545 a 4 de dezembro de 1563).
Concílio da Contra-Reforma para corrigir os erros de Lutero e confirmar e esclarecer a doutrina da Igreja na sua totalidade.
XX) – Concílio Vaticano I (8 de dezembro de 1869 a 18 de Julho 1870). Declaração sobre a Doutrina da fé católica contra o liberalismo e o racionalismo. Sobre a estrutura da Igreja. Define-se o Primado do Papa e a sua infalibilidade.
XXI) - Concílio Vaticano II (11 de outubro de 1962 a 7 de dezembro de 1965).
* Mons. Vitaliano Mattioli, nasceu em Roma em 1938, realizou estudos clássicos, filosóficos e jurídicos. Foi professor na Universidade Urbaniana e na Escola Clássica Apollinaire de Roma e Redator da revista "Palestra del Clero". Atualmente é missionário Fidei Donum na diocese de Crato, no Brasil.

E TAMBÉM:

Tivemos a visita ilustre de
Frei Pedro Paulo di Bernardino( aqui com Rose Piotto, diretora da Escola de Formação) autor do Itinerário Espiritual de Santa Teresa de Jesus livro apresenta certas circunstâncias que exerceram forte influência na vida de Santa Teresa de Ávila, a ponto de delinearem a fisionomia de sua oração e espiritualidade. A partir dos escritos de Santa Teresa o autor estabeleceu diferentes estágios oracionais em relação ao desenvolvimento espiritual.




 Frei Pedro fez uma apresentação de alguns seus outros livros e  também conduziu a nossa adoração ao Santíssimo Sacramento, ponto alto de nossa Escola.



PARA A 
TEOLOGIA DO LAICATO

MARIVAN SOARES RAMOS,


Nascido em 17/02/68, casado, três filhos. Reside na cidade de Mauá – São Paulo.
Atua na Paróquia São Pedro Apóstolo, Mauá – Diocese de Santo André – como Ministro Extraordinário do Culto e da Palavra.
Tel.: (11) 4518-7318/ 97275-5727
email: marivan@sioncentrodeestudos.org

Atividade profissional

  • Coordenador do Centro Cristão de Estudos Judaicos (CCEJ – São Paulo), dos Padres de Sion, que em parceria com a UNIFAI promove cursos de pós-graduação (Lato Senso) em: Cultura, Judaico-Cristã, História e Teologia e em Ensino Religioso, Práticas Pedagógicas em Ensino das Religiões.
  • Professor de Teologia em cursos livres de Teologia para leigos.


 Introdução à Eclesiologia





Prof. Ms. Frei FRANCISCO SALES AMARO OLIVEIRA, OCD
ATUALMENTE SUPERIOR DO CENTRO TERESIANO EM SÃO ROQUE-SP


Bacharelado em Filosofia pela Universidade São Judas Tadeu (2001).
Bacharelado em Teologia pelo Instituto Santo Tomás de Aquino com diploma da Pontifícia Universidade Salesiana de Roma (2006).
Mestrado em Teologia Sistemática pela FAJE - Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (2009).
Especialização em Mística pela Universidade Católica de Ávila (2012).
           
TÓPICOS APRESENTADOS:





TIVEMOS NESTA AULA O FILME "POR DENTRO  DO VATICANO"
QUE FOI PARTE DA FORMAÇÃO QUE NOS FOI DADA.












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